08/05/2011

Me, myself and i

Habituada com um curso de vida "retilíneo", no qual eu tinha a razão até em momentos que eu tinha dúvidas (mas sempre a esquecia para manter a convicção), resolvi fazer uma reforma íntima, pessoal.

O que antes era o correto, o coerente a ser feito, entrou em desuso, hábitos, vícios e até a maneira de pensar foram reavaliados.
O que é correto? O que é sensato? Em qual padrão social devo me posicionar para avaliar minhas ações e atitudes? Estou fazendo isso para o meu bem ou para o bem de outros?
Tentei seguir inúmeras linhas de pensamento da psicologia, do Behaviorismo (comportamentismo) à linha de Freud. Tento por fim a terceira alternativa, as abordagens humanas.
De que adianta mudar, se continuarei sendo uma fugitiva, fugitiva da sociedade e de mim mesma. Não importa os caminhos que eu tomar caso eu não encontre a minha redenção.
Não podendo ir a todos os lugares, torno-me refém, pior, refém de mim mesma!
Hoje digo que mudei, mas algo minúsculo, uma fagulha em meu interior me questiona, intriga e me gera dúvidas.

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